Nascido em Tupã-SP no dia treze de abril de a 1957, onde ficou até os dezoito anos e saiu para servir o Exército. Foi para Londrina fazer cursos preparativos para o vestibular de medicina. Os rumos de sua vida tomou outras veredas e Verenguel cursou artes plásticas na FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado). Formou-se em 1986 e nesse mesmo ano seguiu para Miami, onde residiu por três meses. A retornar ao Brasil, fez especialização e deu início a fase tridimensional Dioramas (colagem, pintura e objetos que formam o lúdico).
Depois de concluir a especialização, residiu por vinte anos entre Nova Iorque, Miami, Seatle, Vancover, na Costa Leste. Está Paulínia em 2002 e desde então, sonha realizar projetos de cenografia para o cinema e o teatro.
Recebeu influências do período Ukyo-e (Pintura e escrita do mundo flutuante) mundo este que o escritor Mishima faz parte. É um artista plástico autoral e livre, sem seguir nenhuma corrente no universo do pensamento e da arte.
“Eu pintava na forma bidimensional, mas o meu anseio de me expressar não deixava satisfeito e migrei para o tridimensional, o meio pelo qual o suporte e o meio vão além da pintura”. Disse.

Tem trabalhos divulgados na revista Claudia e Vogue, participa da exposição itinerante “Todos os Santos – do Sagrado ao Profano”, com a obra “Santa Casa Buri” e “Quimeras”, trabalho autoral. Assinou contrato com uma galeria de São Paulo e a abertura será no dia 19 de setembro.Vai expor três trabalhos na IVª Expoart de Paulínia. Du Verenguel é um dos fundadores do CICLO ( Círculo de Letras e Artes de Paulínia).
Aplausos
Através do projeto Paulínia ao Vivo, a diretora artística Priscila Yokoi deu cor e movimento à primeira Gala Clássica Internacional, recheada de workshps gratuitos e apresentação de artistas internacionais no Theatro Municipal de Paulínia. Reyneris Reys e a venezuelana Mary Carmem Catoya, ambos integrantes do Miami City Ballet. Ainda sob aplausos, a emoção tomou conta da platéia, quando surgiram em cena os bailarino do Ballet de Monterrey, México,, Carlos Quenedit e Katia Carranza. Renê Salasar e Márcia Jaqueline, que vieram diretamente do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Bravo. Bravíssimo!
Mais uma vez o Theatro Municipal de Paulínia recebeu o maestro Zubin Mehta para reger as Orquestras Jovem de Israel e de Heliópolis. No programa do dia 18, F. Liszt (1811 – 1886), P.I.Tchaikovsky (1840 – 1893). H.Berlioz (1803 – 1893). O momento mais marcante do concerto, foi a junção das duas orquestras para a execução do Hino Nacional Brasileiro e o Hino Nacional de Israel. A Orquestra Jovem da Filarmônica de Israel no concerto do dia 23, foi um dos mais festejados para receber o violoncelista Mischa Maisky, sob regência de Zeev Dorman, que deixou boas impressões na platéia pela elegância e simpatia e também pelos três bis. No program W.A. Mozart, A. Dvorák, M. Bruch e P.I.Tchaikovsky.
Bienal do Livro
Setembro inicia com a Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Lá estarei autografando a antologia “Portal dos Poetas Brasileiros o livro “A Barata Belinha” para as crianças cariocas.
Sobre Raimundo Lonato 
Paulinense, jornalista e escritor. Raimundo Lonato publica semanalmente artigos de Cultura no Portal de Paulínia.
Envie suas dúvidas para nosso colunista: no e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
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sucesso para o Du Verenguel.