A greve nacional dos Correios permanece em adesão há 24 dias. O principal motivo da continuidade da paralisação foi à negação de mais uma proposta feita pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) para o Sindicato dos Funcionários e Carteiros do Brasil. Os trabalhadores de Paulínia continuam exigindo melhores salários e benefícios.
O diretor do Sindicato de Funcionários e Carteiros de Paulínia, Hernandes Alves afirmou que não há avanço nas propostas oferecidas pelos Correios aos funcionários da categoria.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST), por meio do presidente João Oreste Delazen, determinou, na última quinta-feira (06), que 40% dos trabalhadores dos setores operacionais voltem a prestar serviços à população.
A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) tem de acatar a decisão do TST, senão pagará multa de R$ 50 mil dia.
As reivindicações são pela contratação de mais trabalhadores, piso salarial de R$ 1.635,00, aumento salarial de R$ 400,00, reajuste de 7,14% referente à inflação, e demais.






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