O saldo do emprego formal em Paulínia no primeiro semestre desse ano em relação ao mesmo período do ano passado é 192% maior. Nos primeiros seis meses de 2011, o saldo, diferença entre contratados e demitidos, gerou 924 postos de trabalho. Em igual período desse ano, o saldo é de 2.701 vagas. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), órgão ligado ao MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).
As empresas de Paulínia criaram 13.800 vagas de emprego de janeiro a junho desse ano e demitiram 11.099 funcionários.
De janeiro a junho passado, a cidade gerou 10.212 postos de trabalho. O número de demissões chegou a 9.288.
Os cargos que apresentaram maiores demandas este ano foram de servente de obras, com 1.062 contratações legalizadas e faxineiro, com 628. No entanto, do total de faxineiros contratados, as empresas demitiram 480. Outra profissão com elevado número de profissionais desligados foi a de motorista de caminhão, com 577.
No primeiro semestre de 2011, a função de alimentador de linha de produção era a mais procurada: 667 profissionais foram contratados.
RMC
As 19 cidades que compõem a RMC (Região Metropolitana de Campinas) tiveram desempenho menor na geração de empregos no período analisado. Segundo o Caged, a região apresentou saldo 40% inferior em 2012 em comparação com 2011. Foram 16.521 vagas de trabalho esse ano, contra 27.681 no ano passado.
De acordo com especialistas, menos empregos e mais demissões foram sentidas em setores econômicos regionais como a indústria têxtil. A importação de produtos chineses desde o início do ano provocou a queda da economia. Os juros elevados e a inflação influenciaram no baixo resultado de venda e produção também de outros segmentos.
Leia mais sobre:





